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segunda-feira, 25 de junho de 2012

Porque Fedora Pode, sim!

Fernando Novo era único. E era muitos. Era verão, era fevereiro, Fernando era carnaval o ano inteiro.  Foi sonho, sorriso, poesia. Jamais usou máscara, foi sempre  fantasia. Quando gargalhava era música, se silenciava era pensamento. Acima de tudo, Fernando foi movimento. Foi pantera, rainha, bruxa, foi samba.  Desfilou na Sapucaí, no esplendoroso carnaval carioca, mas era aqui, neste chão, que foi imensamente feliz com seus amigos, suas cores, suas alegorias, e com Gisele – sua inseparável bicicleta.  Teve até, vejam só, um programa de TV, era cozinheiro. E Fernando foi o melhor tempero.
Fernando Novo foi único. E foi muitos. Fernando Novo foi Fedora, eterna estrela, um cometa que se transformou em vários outros,  brilhantes,  que hoje iluminam nosso desfile, nossas vidas.  Fedora levou um pouco da gente consigo, e hoje, nesta homenagem, queremos retribuir, mostrando o muito da Fedora que ele deixou em cada um de nós. Porque FEDORA PODE, SIM!

(publicação original: 22 de fev de 2012)

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