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segunda-feira, 25 de junho de 2012

Tim Maia, Steve Jobs, Smartphones e o Mijão da Rodada

     Uma vez meu irmão me saiu como essa:
          - Tu só lês o que não presta.
         Logo eu que leio muito, desde o primário. Lembro-me dos meus primeiros livros, comprados por meus pais do antigo Círculo do Livro, O Príncipe e o Mendigo, de Mark Twain e Um Conto de Natal, que conta a inesquecível história de Ebenezer Scrooge, de Dickens. Depois conheci alguns autores americanos: Sheldon, Harold Robbins, Stephen King eram os meus preferidos, e ultimamente curto demais escritores mexicanos, argentinos, portugueses, ingleses e os ótimos brasileiros.


"Gosto de cantar com sentimentos. Se você não transmitir sentimento, não atinge ninguém".
Tim Maia


          Não me ofendi com a provocação do meu irmão, e sei bem o que ele quis dizer. Ele é adepto a livros de não ficção, livros técnicos, biografias, essas coisas, e eu tinha predileção por romances de ficção, até que um dia resolvi ler o livro de Nelson Motta, O Som e a Fúria de Tim Maia. É como um show do Tim, um estouro. Divertido e envolvente, a dica é ler o livro ouvindo o som do síndico. Pra quem gosta e quem não gosta desse tipo de leitura, as biografias, eu recomendo.

“As pessoas não sabem o que querem, até mostrarmos a ela.”
Steve Jobs

          Depois li sobre a vida de outro gênio, o visionário inquieto e inquietante Steve Jobs. Pra quem gosta de computadores e gadgets com eu gosto é fascinante acompanhar o percurso desses “brinquedinhos” desde a concepção da ideia até às prateleiras das lojas. Eu já era fã do Tim Maia e agora virei fã do Steve Jobs.
         Falando em Apple, ganhei um iPod Touch. Brinquedinho viciante.  Atualmente tenho 1800 músicas nele, número que sobe a cada dia. Muitos aplicativos, os tais  apps. Não tem ruim na fila do banco, no super, na viagem de ônibus. Se tiver Wi-Fi, melhor.
        São essas minhas paixões. Livros, músicas e Gadgets. E uma boa mesa de bar.

 
(Phone Stacking)

        Quem não passou por essa experiência: mesinha de bar, a turma reunida, petiscos, drinks  e... celulares?  Às vezes o número de aparelhos é maior do que o número de pessoas sentadas à mesa e, pior, algumas ficam o tempo todo checando o telefone. Foi para esses amigos que foi criado o Phone Stacking (telefone empilhado), um joguinho feito para essa turma descolada que acha que o mundo sem um smartphone não é possível. Funciona assim: quando você e seus amigos forem beber aquela merecida cervejinha no final do dia, empilhem os aparelhinhos no centro da mesa e chamem as geladas. A regra é só uma: a menos que o telefone toque, o primeiro que pegar o celular, paga a conta da galera. Se até o fim da noite todos resistirem a tentação de checar o aparelho, a conta é dividida entre todos. Mas para os que realmente gostam de uma aventura, tem uma versão bem mais radical (e dolorida) desse jogo, criada antes mesmo da invenção dos telefones portáteis. Vale apenas para os homens da mesa. Seguinte: pessoal na mesa do bar, bebendo todas, conversando, se divertindo, pode até fuçar o smartphone. Paga a conta o primeiro a ir ao banheiro para aliviar a bexiga. E não vale peniquinho embaixo da mesa.
Vamos jogar?







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